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domingo, 20 de dezembro de 2015

O preconceito não está so aqui.





"Nínguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião.Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."(Nelson Mandela).

"A situação era tão delicada que, ao final do século XVI,o convívio no mesmo recinto religioso foi motivo para que se solicitasse a realizaçao de duas missas diárias, separando esravos e senhores, a pedido destes últimos.Alegava-se que o mau cheiro dos negros incomodava os brancos.É bem provável que o cheiro do reconhecimento da humanidade dos negros os incomodasse ainda mais" (Cristóvão Gouveia em 1589, transcrito por Serafim Leite)

Algumas pessoas ainda poddem pensar: essa coisa de preconceito racial não existe mais.Porém a realidad não é bem essa.A lei Áurea já tem mais de 120 anos, mas a escravidão negra existiu durante quase quatro séculos em nosso país com práticas cruéis e racistas contra os africanos e afro-brasileiros.Nada disso é esquecido tão facilmente.Por que será que isso acontece?
As pessoas não nascem rascistas, tornam-se racistas com o decorrer do tempo, fruto de vlores da criação que recebem dos país e da sociedade em que vivem.Desta forma o preconceito racial vem sendo recriado e alimentado ao longo de toda a nossa história.Algo que, por muito tempo, foi negado pelas elites nacionais qie disseminaram a ideia da democracia racial brasileira, uma forma de negar a existência do rascismo entre nós.
Desde o final da década de 1980 manifestações racistas passaram a ser consideradas crimes que podem ser punidos com prisão.
Isso mesmo! A Constituição atual classifica descriminação racial como crime inafiançável o que era enquadrado simplismente como contravenção, ou seja, um ato de menor gravidade.
A fim de eliminar o racismo, o preconceito e as discriminações muito têm sido feito, mas ainda há muito a se fazer.


fonte:Livro: Educação para jovens e adultos - coleção tempo de aprender

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A manifestação de racismo




A manifestação de racismo ( preconceito) - como uma ideologia que defende a classificação hierárquica dos seres humanos e os agrupa em função de sua etnia - e a discriminação étnica - que se manifesta por meio de ações diretas como humilhações, indiferença ou cerceamentos a acesso ás garantias constitucionais - são criminalizadas no Brasil desde o final de 1980 e, assim, passiveis de acusação e prisão. A criminalização é um fato um avanço. porem é necessária e urgente a mudança de mentalidade, que não acontece abruptamente, e sim ao longo de gerações,  pode ocorrer por meio da visualização essas questões que permeiam, muitas vezes veladamente, a sociedade como um todo.
Compreendendo as desigualdades raciais como produto de m amplo e complexo processo d reprodução de iniquidades e de hierarquias sociais,seu enfrentamento não deve ficar restrito a ações que possam ser implementadas por um núcleo especifico da ação pública.O reconhecimento da desigualdade racial e da necessidade de seu enfrentamento assim como da eliminação do preconceito e das discriminações raciais presume o reconhecimento de que esse problema perpassa os mais diferente espaços da vida social.
No combate a manifestações preconceituosas, a escola constitui-se em um espaço estratégico, pois a realização de debates e discussões propicia mais visibilidade ao tema.
Não basta que a vida social permita a satisfação de todas as necessidades de apenas algumas pessoas, é preciso considerar as necessidades de todos os membros da sociedade.E para impedir que todos sejam submetidos ao interesses dos mas fortes e poderosos é indispensável a existência de regras de convivência que fixem direitos e obrigações.
O racismo manifestado em muitos momentos da história como formas de dominação, por exemplo: a escravidão, o apartheid, o holocausto, o colonialismo, o imperialismo, o branqueamento enfatizado por muitos ditadores, dentre outros.









































































fonte: Livro Interagindo com a História 3° ano - Editora do Brasil.