sábado, 25 de junho de 2016

A CIVILIZAÇÃO MESOPOTÂMICA






A Mesopotâmia é uma região histórica do Oriente Médio (Ásia), incluída no Iraque
e banhada pelos rios: Tigre e Eufrates. A palavra mesopotâmia, em grego, significa região
entre rios. Estendendo-se desde o Deserto da Síria , a N.O,até as margens do Golfo
Pérsico, a S.E., compreende duas áreas distintas:
1. O Planalto ou Alta Mesopotâmia , de constituição geológica complexa, onde
predominam formas muito eruditas;
2. A Planície ou Baixa Mesopotâmia , de origem rudimentar recente, cheia de lagoas,
pântanos e canais naturais.
Uma elevação de 75 metros de altura, situada nas proximidades da cidade de
Bagdá, marca o limite entre ambas.
É exatamente nesse ponto que se aproximam bastante os cursos dos dois famosos
rios: o Tigre, que desce das montanhas do Curdistão, e o Eufrates, que procede do
Planalto da Anatólia, entrelaçando suas águas através de pântanos , lagos e canais.
Afastam-se a seguir, para reencontrarem-se pouco antes da foz, fundindo-se num só: o
Chat-el-Arab (Rio dos Árabes), que se lança no Golfo Pérsico.
Em junho e julho, as águas desses rios avolumam-se, devido à fusão das galerias
existentes nas cabeceiras e pelas fortes chuvas que caem nos cursos superiores e
transbordam por sobre a planície, fertilizando-se nas cabeceiras.
Essa rica planície atraiu uma série de povos, que se encontraram e se
misturaram , empreenderam guerra e dominaram uns aos outros , formando o que
denominamos "civilização mesopotamica". Entre esses povos temos:
1. Os Sumérios
2. Os Babilônicos
3. Os Assírios
4. Os Caldeus
II – RELAÇÕES SOCIAIS NA MESOPOTÂMIA
A sociedade mesotâmica era dividida em castas. Os sacerdotes, os aristocratas, os
militares e os comerciantes formaram castas privilegiada (a minoria). A maioria da
população era formada pelos artesões, camponeses e escravos.
III – A RELIGIÃO
Os mesopotâmicos adoravam diversas divindades e acreditavam que elas eram
capazes de fazer tanto o bem quanto o mal. Os deuses diferenciavam-se dos homens por
serem mais fortes, todo-poderosos e imortais. Cada cidade tinha um deus próprio, e,
quando uma alcançava predomínio político sobre as outras, seu deus também se tornava
mais cultuado.
No tempo de Hamurábi, por exemplo, o deus Marduc da Babilônia foi adorado
por todo o império.
A divindade feminina mais importante era Ihstar, deusa da natureza e da
fecundidade. Os Sumérios consideravam como principal função a desempenhar na vida,
o culto a seus deuses e quando interrompiam as orações, deixavam estatuetas de pedra
que os representavam diante dos altares, para rezarem em seu nome.
IV – ORGANIZAÇÃO POLÍTICA
Os pântanos da antiga Suméria (hoje sul do Iraque), foram o berço das cidadesestados
do mundo. As cidades-estados pertenciam a um Deus, representado pelo Rei. A
autoridade do Rei estendia-se a todas as cidades-estados. Ele era auxiliado por
sacerdotes , funcionários e ministros .
Legislava em nome das divindades, assegurava as práticas religiosas, zelava pela
defesa de seus domínios, protegia e regulamentava a economia.
O mais ilustre soberano da Mesopotâmia foi Hamurábi, por volta de 1750 A.C.,
um Rei Babilônico, que conseguiu conquistar toda a Mesopotâmia . Hamurábi fundou
um vasto Império, ao qual impôs a mesma administração e as mesmas leis. Era uma
legislação baseada na lei de Talião (Olho por Olho, Dente por Dente, Braço por Braço, etc)
É o famoso código de Hamurábi, o primeiro conjunto e leis escritas da História.
V - A ECONOMIA
A Mesopotâmia manteve sempre permanente contato com os povos vizinhos.
Babilônia e Nínive eram ligadas entre si por canais e eram as duas cidades mais
importantes. A navegação nos rios Tigre e Eufrates era feita em barcos. As principais
atividades econômicas eram a agricultura e o comércio. Os mesopotâmios desenvolveram
também a tecelagem, fabricavam armas, jóias e objetos de metal; mantinham escolas
profissionais para o aprimoramento de fabricação de armas e cerâmicas.
Os comerciantes andavam em caravanas, levando seus produtos aos países
vizinhos e às regiões mais distantes. Exportavam armas, tecidos de linho, lã e tapetes,
além de pedras preciosas e perfumes.
Dessas terras traziam as matérias-primas que faltavam na Mesopotâmia, como o
Marfim da Índia, o Cobre de Chipre e a madeira do Líbano.
VI - A CIÊNCIA
Embora a roda do oleiro tivesse sido inventada nos tempos pré-históricos, foram
os Sumérios que construíram os primeiros veículos de rodas.
Desenvolvendo os conhecimentos adquiridos pelos Sumérios, os Babilônicos
fizeram novas descobertas, como o Calendário e o relógio de Sol.
Os Caldeus, sem dúvida, os mais capazes cientistas de toda a história
mesopotâmica, tendo deixado importantes contribuições no campo da astronomia. Os
mesopotâmios também conheciam pesos e medidas.
Podemos citar como legado Mesopotâmico:
Devemos aos Mesopotâmicos, vários elementos de nossa própria civilização,
como:
ü O ano de 12 meses e a semana de 07 dias,
ü A divisão do dia em 24 horas,
ü A crença nos horóscopos e os dozes signos do zodíaco,
ü O habito de fazer o plantio de acordo com as fases da lua,
ü O círculo de 360 graus,
ü O processo aritmético da multiplicação.
VII - A ESCRITA
A invenção da escrita é atribuída aos Sumérios.
Eles escreviam na argila mole com o auxílio de pontas de vime. O traço deixado
por essas pontas tem a forma de cunha (V), daí o nome de " escrita cuneiforme" .
Com cilindros de barro, os mesopotâmicos faziam seus contratos , enquanto no
Egito se usava o papiro.
Em 1986, foi descoberta por arqueólogos, perto de Bagdá, Capital do Iraque, uma
das mais antigas bibliotecas do mundo, datada do século X - A.C..
A biblioteca continha cerca de 150.000 tijolos de argila com inscrições
sumerianas. A literatura caracterizava-se pelos poemas religiosos e de aventura.
VIII - A ARQUITETURA
O edifício característico da arquitetura suméria é o zigurate, depois muito copiado
pelos povos que se sucederam na região. Era uma construção em forma de torre,
composta de sucessivos terraços e encimada por um pequeno templo.
Nas obras arquitetônicas os mesopotâmicos usavam tijolos cozidos (pois a pedra
era muito cara) e ladrilhos esmaltados. Preferiam construir palácios. As habitações de
escravos e homens de condições mais humildes eram às vezes, simples cubos de tijolos
crus, revestidos de barro. O telhado era plano e feito com troncos de palmeira e argila
comprimida. As casas simples não tinham janelas e à noite eram iluminadas por
lampiões de óleo de gergelim.
IX - A ARTE NA MESOPOTÂMIA – CONCLUSÃO
Para falarmos da arte desta civilização que é um aglomerado de vários povos como
os Sumérios, Assírios, Babilônios, Hebreus, Fenícios, Medos, Persas e Hititas, devemos
dizer que a Bíblia nos conta dos Tribunais de Justiça entre os Assírios, da Torre de Babel
e da faustosa Nínive.
Do cativeiro de 60 anos dos judeus e da conquista de Nabucodonosor. Da
sentença de Deus contra a grande prostituta e das salvas da sua ira, que sete dos seus
anjos derramaram sobre as terras do Eufrates. Os profetas Isaías e Jeremias pintaram
suas visões terríveis da destruição do mais famoso entre os reinos.
Há pouco mais de um século, toda a ciência Assíria era para nós um livro
fechado. Hoje, será possível escrever a história de mais de dois mil anos de Mesopotâmia
e pintar os verdadeiros caracteres de seus senhores.
A cólera do Senhor está situada exatamente entre os rios Tigre e Eufrates.
Falar sobre a civilização nos faz perceber um mistério que envolve todo um povo e
uma história.
Esta civilização foi profeticamente condenada a desaparecer. " Ele estenderá a
mão contra o Norte e destruirá a Assíria e fará de Nínive uma desolação e a terra árida
como um deserto onde tudo se deitará".
A terra entre os dois rios, escondeu durante séculos, palácios, templos e estátuas
de reis e deuses. Foi uma civilização rica e cheia de mistérios. Os palácios suspensos ,
jardins afrodisíacos ornados com tijolos vitrificados e alabastro, leões alados, touros,
águia e estatuas gigantescas denominadas de guerreiros de Jeová. Era para nós um livro
fechado e a poucos decênios os soberanos assírios nos pareciam lendas e fantasmas.
Somente a Bíblia nos mostrava a verdade desta civilização e não os fatos
comprovados que a ciência necessita. Passagens significativas como o Livro dos Mortos,
Sodoma e Gomorra, Noé, Moisés, Golias, Guerra de Tróia, a Ilíada e a Odisséia se eram
estórias ou lendas, realidade ou fantasia, o que podemos concluir é que nos foi deixado
um grande legado em esculturas, escritas, baixo relevo e pintura nas escavações
realizadas em 1840.
O povo desta época atingiu um alto nível de desenvolvimento na matemática ,
astronomia, medicina e nas ciências.
A pintura era subsidiária da escultura e a decoração colorida era um poderoso
elemento de complementação das atitudes religiosas.
A pintura tinha ausência das três dimensões , onde ignoravam a profundidade.
Nos baixos relevos, o uso de conchas, mosaicos vitrificados e madrepérolas se
sobressaiam nas colunas e muros.
Na música encontram-se instrumentos gravados em pedras e do seu sistema
musical nada chegou até nós.
Na decoração a pedra era esculpida em frisos com motivos circulares e as
combinações decorativas obtidas com suas disposições variadas, descendem dos motivos
antigos e bizantinos. O gesso entalhado e o estuque, cujo emprego foi amplamente
utilizado na Pérsia para revestir as paredes.
A madeira era esculpida e com um sistema de marchetaria encontravam-se nsa
portas e sarcófagos.
Na cerâmica os jarros de bronze eram criados com relevos ora lavrados, ora
rendilhados com frisos e medalhões em azuis-lazurita, verdes-turquesa, ouro, cinábrios,
granadas e rubis.
O vidro era esmaltado, moldado e entalhado na cor vermelha e dourado sobre
fundo claro.
O bronze e o cobre e às vezes o ouro eram muito usados nos utensílios ou para
simples enfeite para portas.
Na religião os deuses deram destaques
ü Anou - deus do Céu
ü Enki – deus da Terra
ü Nin-ur-sag – deus da Montanha
ü Assur – deus Supremo
A relação com os deuses era marcada pela total submissão às suas vontades.
X - MÚSICA E DANÇA
A música na Mesopotâmia, principalmente entre os babilônicos, estava ligada à
religião.Quando os fiéis estavam reunidos, cantavam hinos em louvor dos deuses, com
acompanhamento de música. Esses hinos começavam muitas vezes, pelas expressões: "
Glória, louvor tal deus; quero cantar os louvores de tal deus", seguindo a enumeração de
suas qualidades, de socorro que dele pode esperar o fiel.
Nas cerimônias de penitência, os hinos eram de lamentação: "aí de nós",
exclamavam eles, relembrando os sofrimentos de tal ou qual deus ou apiedando-se das
desditas que desabam sobre a cidade. Instrumentos sem dúvida de sons surdos,
acompanhavam essa recitação e no corpo desses salmos, vê-se o texto interromper-se e
as onomatopéias "ua", "ui", "ua", sucederem-se em toda uma linha. A massa dos fiéis
devia interromper a recitação e não retomá-la senão quando todos, em coro tivessem
gemido bastante.
A procissão, finalmente, muitas vezes acompanhava as cerimônias religiosas e
mesmo as cerimônias civis. Sobre um baixo-relevo assírio do British Museum que
representa a tomada da cidade de Madaktu em Elam, a população sai da cidade e se
apresenta diante do vencedor, precedida de música, enquanto as mulheres do cortejo
batem palmas à oriental para compassar a marcha.
O canto também tinha ligações com a magia.
Há cantos a favor ou contra um nascimento feliz, cantos de amor, de ódio, de
guerra, cantos de caça, de evocação dos mortos, cantos para favorecer, entre os
viajantes, o estado de transe.
A dança, que é o gesto, o ato reforçado, se apóia em magia sobre leis da
semelhança. Ela é mímica, aplica-se a todas as coisas:- há danças para fazer chover,
para guerra, de caça, de amor etc.
Danças rituais têm sido representadas em monumentos da Ásia Ocidental,
Suméria. Em Thecheme-Ali, perto de Teerã; em Tepe-Sialk, perto de Kashan; em Tepe-
Mussian, região de Susa, cacos arcaicos reproduzem filas de mulheres nuas, dando-se as
mãos, cabelos ao vento, executando uma dança. Em cilindros-sinetes vêem-se danças no
curso dos festins sagrados (tumbas reais de Ur).
Em casos de possessão os serviços religiosos contavam com dançarinos, natores e
músicos.
BIBLIOGRAFIA – CONSULTADA e CITADA
GEORGES CONTENAU – A Civilização de Assur e Babilônia
p. 108-110 e 204-205
ENCICLOPÉDIA BARSA – v.9 – p. 167-169
SISTEMA BRASILEIRO DE CONSULTA (SIBRAC) – v.4, p.1775
PILETTI, N. & PILETTI, C. – História E Vida - v.3, p. 33-38

ONDE VIVEM OS INDÍGENAS HOJE






HÁ MAIS DE 500 ANOS QUANDO CHEGARAM OS PRIMEIROS HABITANTES PORTUGUESES, OS INDÍGENAS JÁ HABITAVAM O ATUAL TERRITÓRIO BRASILEIRO HAVIA MAIS DE 11 MIL ANOS.OS POVOS INDÍGENAS APRESENTAVAM CULTURAS DIFERENTES, O QUE SIGNIFICA QUE TINHAM DISTINTOS MODOS DE VIVER,DE FALAR E DE SE RELACIONAR COM A NATUREZA.
ATUALMENTE, EXISTE CERCA DE 233 POVOS INDÍGENAS NO NOSSO PAÍS, QUE FALAM MAIS DE 180 LÍNGUAS.ALGUNS EXEMPLOS SÃO : CARAJÁ, BORORO, TERENA, TICUNA, PAXOTÁ, XAVANTE, YANOMANI, GUARANI,KAMAIURÁ E KRAHÔ.
A MAIOR PARTE DESSES INDÍGENAS VIVE NAS CHAMADAS TERRAS INDÍGENAS, QUE SÃO ÁREAS DEMARCADAS E PROTEGIDAS PELO GOVERNO E GARANTIDAS PELA  NOSSA CONSTITUIÇÃO. OS POVOS INDÍGENAS TEM HOJE O DIREITO SOBRE TERRAS QUE TRADICIONALMENTE OCUPAM.

O BRASIL ANTES DOS BRASILEIROS


Quando o Brasil começou a ser habitado por seres humanos?A resposta a essa pergunta tem sido buscada por inúmeros cientistas e pesquisadores.Ao estudar vestígios humanos muito antigos em cavernas brasileiras, eles descobriram que as terras onde hoje é o Brasil começaram a ser habitadas há milhares de anos por diferentes povos.
Foram encontraos e analisados objetos, restos de alimentos, armas,enfeites,gravuras e pinturas rupestres, que permitem saber como viviam esses primeiros habitantes da nossa terra.Os vestígios mais antigos foram encontrados em São Raimundo Nonato, no Piauí, uma região cheia de cavernas.
Como viviam os primeiros habitantes do Brasil?Os seres humanos que habitavam, em épocas pré-historicas, as terras que hoje é o Brasil viviam de caça de animais, da pesca e da coleta de frutas e raizes comestives.Eles aprenderam a explorar os diversos recursos do territorio em que ocupavam.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Projeto político-pedagógico

 

Projeto político-pedagógico envolve a organização do trabalho na escola, o que supõe reflexão e discussão crítica, fundamentando as transformações internas na organização escolar. Tem como princípio orientador a aprendizagem de qualidade para todos os alunos, pressupõe uma concepção de sociedade justa e democrática, visa formar o aluno crítico, participativo, criativo e responsável em uma escola transformadora e autônoma.

O projeto deve ser comprometido com as camadas populares, focando a participação coletiva e eliminando o individualismo, gerando solidariedade. O projeto da escola tem a dimensão pedagógica diante da sua finalidade de formar este cidadão crítico como foi exposto e sua dimensão política pressupõe uma formação voltada para um determinado tipo de sociedade.

É necessário garantir, na escola, formas de estimular a participação de todos, garantindo transparência nas decisões através de um processo de gestão democrática, o que envolve na escola: eleição para escolha de diretores e representantes de turma, colegiados com representações de pais e alunos, associação de pais e mestres, grêmio estudantil, planejamento e avaliação continuada.

O projeto pedagógico da escola deverá conter componentes estruturais e conceituais fundamentados, que servirão de parâmetros para o trabalho educativo da instituição. Exige mudança de postura, onde a comunidade escolar passa a ser dirigente e gestora da escola.

O professor necessita ser um pesquisador que questiona o seu pensamento e a sua prática para poder tomar decisões e criar respostas adequadas para a situação concreta do seu fazer. O professor como qualquer outro profissional, vive um processo histórico, caracterizado por mudanças contínuas e pela presença de produtos sociais, por exemplo, que emergem da tecnologia da informação, para os quais nem sempre está preparado para participar e intervir.

 No entanto, ainda encontramos sistemas de ensino amarrados a práticas tradicionais, como se as zonas indeterminadas da prática não fossem caracterizadas pela incerteza, singularidade, conflitos de valores. A ausência de espaços para a construção de conhecimentos críticos levam alguns contextos escolares a inviabilizarem a prática reflexiva sobre os saberes teóricos e práticos.

sábado, 28 de maio de 2016

SERVIÇOS DE UTILIDADE E EMERGÊNCIA PÚBLICA

SERVIÇOS DE UTILIDADE E EMERGÊNCIA PÚBLICA 

AGROPECUÁRIA E IMPACTOS AMBIENTAIS




          A agropecuária é o conjunto de atividades ligadas a agricultura e á pecuária.Apresenta grande importância para a humanidade e para a economia, visto que sua produção é destinada ao consumo humano.No entanto, vários problemas ambientais estão sendo desencadeados em virtude da expansão da agropecuária e da utilização de métodos para o cultivo e criação de animais.
        O desmatamento é uma prática muito comum para a realização da agropecuária.Extinção de espécies animais e vegetais, desertificação, erosão, redução dos nutrientes do solo, contribui para o aquecimento global.
        Outro agravante é a utilização de agrotóxicos (insetidas e herbicidas) que contaminam o solo, o lençol freático e os rios.
        Portanto, diante da necessidade de produzir alimentos a emanda global e ao mesmo tempo preservar a natureza, é necessário que métodos sustentáveis sejam implantados na agropecuária, de forma a reduzir os problemas ambientais provocados por essa atividade.



fonte: mundoeducacao.bol.uol.com.br
obs: compartilhei porque achei muito importante as colocações.

CONSUMO E SUSTENTABILIDADE



        A sustentabilidade é uma ideia que surgiu a alguns anos com a crescente preocupação da escassez dos recursos naturais  e o futuro das próximas gerações.O consumo é o ato de consumir algo sem ter necessidade real de realizar aquela compra.
       O consumismo entra em conflito com a sustentabilidade a partir do momento que se produz muito lixo que seria desnecessário, se compra novos aparelhos eletrônicos e descartam-se os antigos e na maior parte das vezes em locais inapropriados causando sérios impactos ambientais.
      Como se consome muito o mercado precisa oferecer novos produtos e para isso o uso dos recursos naturais é necessário.Quanto mais se usar os recursos naturais. mais difícil é de mantê-los para o futuro das proximas gerações.
     Exercer a sua cidadania, engajada com a construção do modelo de sociedade sustentável, adeptos do consumo consciente, onde haja uma atitude social preocupada com o desenvolvimento e sobretudo no respeito ao meio ambiente.